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Há algo em mim que não me permite respeitar o que não é natural, o que é forçado, o sucesso programado, aquilo que não é espontâneo. Eu prefiro a anarquia dos artistas, à produtividade dos robotizados pela necessidade de se mostrar. Eu prefiro as flores que murcham, às que são de plástico. Eu prefiro a inadequação da minha loucura, à loucura de estar adaptado ao mundo que está ao contrário e ninguém repara.

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