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Uma das maneira mais sutis de desobediência a Jesus é o uso da inteligência para autenticar opiniões que contradizem o Evangelho, mas impressionam a média intelectual. Confesso, amo mais a Jesus do que minha capacidade de elucubração; desejo “levar cativo em obediência a Cristo, todo pensamento”, como afirmou Paulo, o Apóstolo Culto. Abro mão de escrever bonito, quando a verdade soar feia; abro mão da originalidade, quando o óbvio precisar ser repetido; desejo apenas que minha letra carregue a Palavra que liberta e abro mão de um legado literário. Por isso, rabisco, como quem escreve na areia, desejando que o Mar do Conhecimento de Jesus, apague minhas ideias com suas ondas e prepare novo chão para que meus filhos e os filhos dos meus filhos escrevam o Criador lhes soprar, à sua maneira, para sua geração.

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