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O discípulo de Jesus é um ser fronteiriço. Está em constante estado de abertura para o novo, o diferente, o estranho, a fim de que possa obedecer ao Mestre e de fato viver “indo” a todos, sem discriminação. Para isso, sua própria alma está ao avesso, para sentir ao máximo a diversidade magnífica, de culturas, pensamentos, comportamentos e experiências que forma a Humanidade.

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