Publicado em

SERVE PARA SE CAMINHAR

A utopia. Essa moça viçosa que queremos tocar, mas que sempre está a alguns passos de nosso alcance. Tal qual horizonte que nos convida a navegar, mas que sempre será horizonte à frente, nunca alcançado, não importa quão distante tenhamos chegado. Pra que serve então a utopia, se não a vamos alcançar? “Para isso mesmo”, disse sabiamente Fernando Birri, tão repetido por Eduardo Galeano. E completou: “para que caminhemos”.

Alexandre Robles

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *